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O lixo que me encara

O nome é talvez por si a forma explicativa do próprio projeto. O lixo que me encara é nada mais que isso: projetos que passaram a ser mais pó no meu acervo que outra coisa. Esse pó cegava-me todas as vezes que lá entrava para começar outro capítulo – foi esse o maior motivo. Quebrar a irritação. Sempre gostei da ideia de afagar arestas, poder aproveitar tudo aquilo que outrora foi em vão e criar uma nova história. É isso que quero fazer com este projeto, encarar o lixo e rasurá-lo num bom sentido. Quero poder levar estas histórias a todas as pessoas, deixar de parte a ética – que acredito que é muito importante, porém, por agora, não.

O SISTEMA DA ARTE CONTEMPORÂNEO É LIVRE?

A presente reflexão aborda a liberdade artística no âmbito do mundo da arte contemporânea– desenvolvido a partir do conceito de Artworld de Arthur C. Danto. Desta forma, pensa-se a ligação do artista e da sua obra à sociedade, e das restrições e liberdades que advêm desta relação dialéctica. Tendo como base que: a liberdade do artista é definida pelas condições de possibilidade de concretizar a sua obra; sendo que este intervalo de possibilidade vai desde o momento em que a obra é apenas uma “semente” no pensamento até o momento em que é exposta – a partir deste ponto a obra segue também uma vida própria.


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