O lixo que me encara

O nome é talvez por si a forma explicativa do próprio projeto. O lixo que me encara é nada mais que isso: projetos que passaram a ser mais pó no meu acervo que outra coisa. Esse pó cegava-me todas as vezes que lá entrava para começar outro capítulo - foi esse o maior motivo. Quebrar a irritação. Sempre gostei da ideia de afagar arestas, poder aproveitar tudo aquilo que outrora foi em vão e criar uma nova história. É isso que quero fazer com este projeto, encarar o lixo e rasurá-lo num bom sentido. Quero poder levar estas histórias a todas as pessoas, deixar de parte a ética - que acredito que é muito importante, porém, por agora, não.

Fluxo

Performance duracional interdisciplinar a partir do conceito físico de FLUXO, criando-se uma Site Specific Performance na Cisterna da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa; explorando-se e potenciando-se as dimensões corporais, sonoras e visuais em relação com o espaço e com a história física do local.

Pó Suspenso

Festival “Pó Suspenso”, 29 de Setembro no edifício da antiga Central Hidroeléctrica do Caldeirão, Torres Novas. Foi um espaço-tempo de mostra do nosso colectivo, com momentos de partilha e participação comunitária. Composto por workshops, performances, uma exposição, concertos e com um almoço comunitário.

SENSO – Pesquisa da sensibilidade cultural da comunidade

O SENSO resultou do apoio (Bolsa Filhos do Meio - Materiais Diversos), que teve como principal objectivo explorar, compreender e interrogar, que cultura é que habita este território (Alcanena e Torres Novas). Questionamos e habitamos em conjunto, culminando com uma instalação audiovisual documental, que esteve presente no Festival Bons Sons em Cem Soldos em Agosto de 2018.